Desenvolvimento de novos Produtos

outubro 27, 2020 3:12 pm Publicado por Deixe um comentário

Muitos são os processos que envolvem o desenvolvimento de produtos, por isso a gestão dessas etapas é muito importante. A comunicação entre as áreas da qualidade, da engenharia, do comercial, do financeiro, da loja on-line, do marketing, da produção, da logística, entre outras, devem estar alinhadas.

Pois, as tarefas são interligadas e cada setor fica responsável por uma demanda específica, a fim de que todas as informações sejam executadas com eficiência. Afinal de contas, a construção de um produto ou serviço exige técnica e estratégia. Pois só assim é possível entregar algo de valor e se destacar no mercado.

Listamos alguns dos questionamentos que devem ser feitos, no intuito de estudar a viabilidade do caminho à percorrer. Porque mesmo uma ideia genial deve se enquadrar nos critérios mercadológicos, tendo em vista que a criação de um produto é implementada para suprir necessidades e criar desejos.

Qual é o seu objetivo com a criação de determinado item?

Existe a possibilidade de as pessoas se interessarem pelo projeto?

Qual será a tecnologia aplicada?

Existe algum requisito?

A funcionalidade é algo que faz parte da criação?

Trata-se de uma inovação?

É importante coletar o máximo de dados para que o produto seja capaz de atender às exigências previstas.

saiba qual a importância do desenvolvimento de produtos e sugerimos algumas estratégias que o destacará em meio a tantos outros. 

1. Entenda a importância do desenvolvimento de produtos

A criação de um novo item é imprescindível para qualquer empresa, pois estabelece uma vantagem competitiva e ainda abre possibilidades de geração de lucro. Mas ele também deve atender às seguintes demandas:

Agregar funcionalidades;

Reduzir custos;

Aprimorar a qualidade;

Inovar;

Ampliar o portfólio.

Até o produto chegar ao consumidor final, ele precisa passar por diferentes procedimentos, pois, como mencionamos, há normas que viabilizam e validam o projeto. E, numa visão mais abrangente, a execução das etapas fazem a diferença, portanto:

2. Crie o conceito

O primeiro passo é criar uma diretriz para a ideia, deixando claro a estrutura, as funções básicas, mensagens associadas, entre outros.

Pois, com o objetivo definido é possível implementar pesquisas, definir os recursos tecnológicos, bem como a quantidade de pessoas envolvidas e, até mesmo, a viabilidade econômica do projeto.

É nessa fase que aprofundamos os conhecimentos sobre os requisitos dos clientes, bem como os assuntos voltados ao benchmarking, ao planejamento estratégico e às questões internas.

3. Implemente o desenvolvimento

Antes de partimos para uma escala de produção, é imprescindível elaborar um projeto do produto, no qual definiremos os componentes, o custo, o estilo.

E isso é feito por meio das anotações — pois tudo é documentado — dos testes, das homologações, bem como por meio das criações de protótipo e embalagens. Ou seja, é o momento de materializarmos o conceito, dando a ele uma alegação mais concreta.

4. Dedique-se ao lançamento

O processo de realização, quando o produto de fato, começa ser produzido para o mercado, é a etapa em que o planejamento se direciona para uma outra esfera.

Nessa fase é importante manter a atenção no treinamento das pessoas envolvidas, pois estamos falando do momento de validação e fornecimento. Ou seja, é a chance de experimentar tudo aquilo que foi planejado e implementado gradativamente.

Por isso, planejar o uso de materiais e utilizar equipamentos de linha, ajuda no controle da execução do lote piloto, o que já prepara para a liberação de 100% da produção, após a aprovação do cliente.

Mas é importante dizer que a liberação para o mercado não significa conclusão total do produto, porque ainda devemos considerar as influências externas.

Afinal, convivemos em um mundo onde as pessoas são diferentes umas das outras, portanto, abra a mente e permita que os consumidores moldem ideia, segundo as suas necessidades. Esteja tento a isso!

5. Diferencie o projeto

A gente sabe que precisa definir o conceito de criação no planejamento. No entanto, há distinções de delineamento na hora de escolher o propósito do projeto. Isto é, são informações adicionais para ajudar você a pensar sobre a finalidade do escopo e ajustá-las à realidade.

Nacionalização: são adaptações feitas pela filial — do projeto da matriz — a fim de atender às demandas locais.

Plataforma: conservam a estrutura básica, mas implementam reparos significativos: redução dos custos fixos, ganho de eficiência no desenvolvimento de produtos através do reuso de partes comuns, a habilidade de produzir uma grande variedade de produtos derivados dos mesmos itens, assim como a flexibilidade no design dos produtos.

Incrementais: metodologia usada para a redução de custos com a produção, resolver entraves de qualidade ou fazer pequenas correções em produtos concorrentes. É a forma mais simples de garantir que um produto ou serviço desperte o interesse dos consumidores, que continue compatível com outras tecnologias, e à frente da concorrência.

Inovadores: promove alteração significativa no processo de fabricação ou no produto. Além disso está relacionado aos produtos inovadores, cuja intenção é a de criar novos segmentos.

Sempre há intenções que acompanham o desenvolvimento de produtos, portanto eles são constituídos a partir de táticas e expectativas corporativas. Sobre isso, podemos considerar, pelos menos, quatro estratégias:

Dependentes: empresas que terceirizam, por não deterem autonomia para lançar seus próprios produtos.

Ofensivas: empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento, pois querem se manter no topo.

Tradicionais: voltadas para aquelas que atuam em mercados estáveis, em que não há uma grande demanda por mudanças.

Defensivas: companhias que seguem as empresas líderes. Essas não investem em pesquisa e desenvolvimento e não se arriscam em novos mercados.

Seguir as etapas do processo de desenvolvimentos de novos produtos garante o sucesso na criação, validação e introdução de soluções inéditas no mercado. Exige habilidade da equipe que o implementa e ainda pede uma atenção especial em relação ao mercado. Com as mudanças frequentes, para agradar o consumidor, é preciso bem mais do que uma embalagem bonita.

Afinal, é possível criar um produto ou serviço do zero e fazê-lo chegar até o seu público-alvo, ainda mais em um cenário competitivo e consumidor como o nosso!

Sabia que você pode vender seus produtos para o mundo?

A SOCIAL pode estruturar projetos para oferecer seus produtos em outros países, seja diretamente ou por meio de distribuidores locais. Apesar de parecer simples, essa estratégia requer muito planejamento e análises, como o grau de aceitação dos produtos, a padronização de processos, os custos operacionais, as exigências e normas do país de destino, entre outras questões.

Agende um call conosco contato@socialfullcommerce.com.br

Leia Também:

Como funciona o processo de criação de loja virtual na SOCIAL

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *